quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Notícia

Cientistas advertem que oceanos correm um triplo risco mortal

Um grupo de cientistas advertiu esta quinta-feira que a situação dos oceanos está pior do que se pensava devido a uma combinação mortal: o aquecimento, a desoxigenação e a acidificação.
"Estamos expondo os organismos a uma pressão evolutiva insuportável", adverte relatório do Programa Internacional sobre o Estado dos Oceanos (IPSO, na sigla em inglês) e da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).
"A próxima extinção em massa (de espécies) pode ter começado", alerta o informe.
O relatório adverte para a acidez sem precedentes dos oceanos, enquanto prossegue a queima de carvão e petróleo e as emissões de dióxido de carbono (CO2), um terço das quais é absorvida pelo mar.
As atuais emissões CO2, umas 30 gigatoneladas por ano, são pelo menos dez vezes maiores do que as que antecederam a anterior grande extinção de espécies da Terra, há 55 milhões de anos, diz o estudo.
Mas este grau de acidez nos oceanos não se via há 300 milhões de anos.
"As previsões sobre a concentração de oxigênio nos oceanos apontam para uma queda de 1% a 7% antes de 2100", afirmam a respeito da desoxigenação. Dois fenômenos se conjugam: uma "tendência geral à diminuição dos níveis de oxigênio nos oceanos tropicais e nas áreas do Pacífico norte nos últimos 50 anos" - provocada pelo aquecimento global - e "um incrível aumento da hipoxia costeira (baixa quantidade de oxigênio)", vinculada aos rejeitos agrícolas e às águas residuais.
"Muitos organismos vão se encontrar em ambientes inadequados", prossegue o estudo.
Seus autores propõem intervenções urgentes. Por exemplo, reduzir os gases de efeito estufa a níveis anteriores à revolução industrial, uma meta das Nações Unidas que parece cada vez mais distante.
Eles pedem também a supressão de subsídios governamentais à pesca, que contribuem para a exploração excessiva, e a proibição de técnicas de pesca destrutivas, como as redes de arrasto que varrem o fundo do mar.
Os mares cobrem aproximadamente três quartos da superfície da Terra, proporcionam metade do oxigênio que respiramos e alimentam bilhões de pessoas.
"A saúde dos oceanos está decaindo muito mais rápido do que pensávamos", destacou o diretor científico do IPSO no documento.
"Estamos vendo mudanças maiores, acontecendo mais rápido e com efeitos mais iminentes do que tínhamos antecipado. A situação deveria ser de grande inquietação para todo mundo", sentenciou.

disponível em  http://noticias.terra.com.br/ciencia/sustentabilidade/cientistas-advertem-que-oceanos-correm-um-triplo-risco-mortal,ab98653da8f71410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Notícias mundo da Ciência



  atualizado às 13h04

Fotógrafo amador registra rara cobra de 2 cabeças na Grã-Bretanha

Segundo especialista, este é provavelmente o primeiro registro de uma víbora de duas cabeças no país



Gordon Crook só confirmou que se tratava de víbora de duas cabeças após rever a foto no computador Foto: Gordon Crook / Divulgação
Gordon Crook só confirmou que se tratava de víbora de duas cabeças após rever a foto no computador
Foto: Gordon Crook / Divulgação

Um fotógrafo amador britânico conseguiu registrar com sua câmera uma imagem rara de uma víbora de duas cabeças. Gordon Crook, do condado de North Yorkshire, no centro da Grã-Bretanha, diz ter notado a cobra enquanto fazia uma caminhada pela região, mas que somente depois de analisar a foto teve a certeza do que se tratava.
"Num primeiro momento, pensei que era um reflexo ou uma dupla exposição", conta. "Depois descarreguei a foto no computador e vi que era bem evidente que ela tinha duas cabeças", disse.


John Williamson, gerente de programa da ONG Amphibian and Reptile Conservation Trust (Fundação para Conservação de Anfíbios e Répteis, em tradução livre), ficou surpreso em ver a foto do animal, que descreveu como um par de jovens cobras gêmeas xifópagas.
Ele explicou que provavelmente durante o desenvolvimento o ovo fertilizado começou a se separar, mas por alguma razão esse processo foi interrompido. A sobrevivência de um animal nessas condições muito além da incubação é rara, segundo ele.
Outro especialista, John Baker, membro da British Herpetological Society (Sociedade Britânica de Herpetologia) concorda: "É uma coisa muito pouco usual, uma descoberta rara. Não tenho conhecimento de nenhuma outra víbora de duas cabeças registrada antes na Grã-Bretanha"

terça-feira, 1 de outubro de 2013


CORA CORALINA, QUEM É VOCÊ?



Sou mulher como outra qualquer.
Venho do século passado
e trago comigo todas as idades.

Nasci numa rebaixa de serra
Entre serras e morros.
“Longe de todos os lugares”.
Numa cidade de onde levaram
o ouro e deixaram as pedras.

Junto a estas decorreram
a minha infância e adolescência.

Aos meus anseios respondiam
as escarpas agrestes.
E eu fechada dentro
da imensa serrania
que se azulava na distância
longínqua.

Numa ânsia de vida eu abria
O vôo nas asas impossíveis
do sonho.

Venho do século passado.
Pertenço a uma geração
ponte, entre a libertação
dos escravos e o trabalhador livre.
Entre a monarquia caída e a república
que se instalava.

Todo o ranço do passado era presente.
A brutalidade, a incompreensão, a ignorância, o carrancismo.
Os castigos corporais.
Nas casas. Nas escolas.
Nos quartéis e nas roças.
A criança não tinha vez,
Os adultos eram sádicos
aplicavam castigos humilhantes.

Tive uma velha mestra que já
havia ensinado uma geração
antes da minha.
Os métodos de ensino eram
antiquados e aprendi as letras
em livros superados de que
ninguém mais fala.

Nunca os algarismos me
entraram no entendimento.
De certo pela pobreza que marcaria
Para sempre minha vida.
Precisei pouco dos números.

Sendo eu mais doméstica do
que intelectual,
não escrevo jamais de forma
consciente e racionada, e sim
impelida por um impulso incontrolável.
Sendo assim, tenho a
consciência de ser autêntica.

Nasci para escrever, mas, o meio,
o tempo, as criaturas e fatores
outros, contra-marcaram minha vida.

Sou mais doceira e cozinheira
Do que escritora, sendo a culinária
a mais nobre de todas as Artes:
objetiva, concreta, jamais abstrata
a que está ligada à vida e
à saúde humana.

Nunca recebi estímulos familiares para ser literata.
Sempre houve na família, senão uma
hostilidade, pelo menos uma reserva determinada
a essa minha tendência inata.
Talvez, por tudo isso e muito mais,
sinta dentro de mim, no fundo dos meus
reservatórios secretos, um vago desejo de analfabetismo.
Sobrevivi, me recompondo aos
bocados, à dura compreensão dos
rígidos preconceitos do passado.

Preconceitos de classe.
Preconceitos de cor e de família.
Preconceitos econômicos.
Férreos preconceitos sociais.

A escola da vida me suplementou
as deficiências da escola primária
que outras o destino não me deu.

Foi assim que cheguei a este livro
Sem referências a mencionar.

Nenhum primeiro prêmio.
Nenhum segundo lugar.

Nem Menção Honrosa.
Nenhuma Láurea.

Apenas a autenticidade da minha
poesia arrancada aos pedaços
do fundo da minha sensibilidade,
e este anseio:
procuro superar todos os dias
Minha própria personalidade
renovada,
despedaçando dentro de mim
tudo que é velho e morto.

Luta, a palavra vibrante
que levanta os fracos
e determina os fortes.

Quem sentirá a Vida
destas páginas...
Gerações que hão de vir
de gerações que vão nascer.

(Meu Livro de Cordel, p.73 -76, 8°ed, 1998)




Simulação: Derretimento das Geleiras do Artico e da Antartida

Resumo

Hoje em dia muito se tem falado sobre aquecimento global e sobre as consequência advindas deste. No entanto, quando se fala do derretimento das geleiras há um número grande de pessoas que afirmam que o nível dos oceanos se elevará, invadindo vários continentes e deixando cidades inteiras debaixo d´água. Assim, esta simulação tem por objetivo mostrar que existe uma diferença entre o volume advindo de um provável derretimento da Antártida (Pólo Sul) em relação ao Artico (Pólo Norte). Cabe ressaltar que este é um assunto amplo e várias outras discussões se fazem possíveis.

Objetivos

  • Apresentar aos alunos as diferentes condições das geleiras na Antártida e no Artico;
  • Demonstrar que existem diferenças quanto a elevação dos oceanos advindas do derretimento do gelo de um ou outro Pólo;
  • Conscientizar quanto a problemas ambientais (efeito estufa) e preservação do planeta.

Estrutura da Atividade

  • 1. Aula introdutória falando sobre: propriedades da água e sua importância para a vida; diferenças entre água doce e salgada; importância das geleiras para variadas formas de vida e como agente regulador do clima; Icebergs, aquecimento global (efeito estufa).
  • 2. Montagem da simulação junto com os alunos e opiniões (dos alunos) sobre os possíveis resultados que serão observados no dia seguinte.

Organização da Classe

  • Após montar a simulação o professor deve pedir aos alunos que fiquem ao redor da mesa e explicar a simulação;
  • No dia seguinte os alunos retornam para ver e interpretar os resultados da simulação.

Formas de Registro

Anotação em caderno.

Introdução

Os diversos tipos de mídia tem veiculado notícias sobre o aquecimento global e suas consequências. Hoje, uma das grandes preocupações da humanidade é o que diz respeito às mudanças no clima do planeta e suas consequências para a vida como a conhecemos.
Àquem da mudança com relação a sensação térmica, previsões tem dado conta de que o aumento da temperatura no planeta causará o derretimento das calotas polares com consequente aumento dos níveis de mares e oceanos, mudança da salinidade da água dos mares, entre outros. Animais que vivem nos Pólos, bem como muitos outros que lá não vivem podem ser afetados direta ou indiretamente por esse derretimento.
Assim, é apresentada uma simulação a fim de ajudar na compreensão do aluno sobre como ocorre a elevação no nível dos mares e oceanos, bem como mostrar que o derretimento da Antártida terá maior influência nesta elevação.

Material

  • 2 recipientes incolores de aproximadamente 40 cm x 30 cm ou mais (Dois aquários do mesmo tamanho; duas bacias incolores, etc), onde um será a Antártida e outro o Ártico;2 potes de sorvete vazios (congelar a mesma quantidade de água dentro dos dois potes);
  • 1 caneta retro projetora (cuja tinta não dissolva na água) para marcar o nível inicial da água antes do derretimento;1 saco plástico com areia que simulará o continente Antártico.

Montagem

  • Montagem anterior a aula:Posicionar os dois aquários (ou outro recipiente) um ao lado do outro. Com a caneta retro projetora, nomear um dos aquários como Ártico e outro como Antártico. Acrescentar o saco plástico com areia no aquário Antártico deixando uma parte deste acima do nível da água para simular o continente emerso (a boca do saco deve ser vedada e deixada fora d´água para que a água não entre no saco). Posteriormente deve-se preencher (com água) os dois aquários ou recipientes (pouco acima da metade). A água que será congelada para simular a geleira do aquário do Ártico deve ser retirada do próprio aquário já montado a fim de que seu nível fique menor que o Antártico. Isto decorre do fato de que quando o bloco de gelo for colocado no aquário Ártico o volume da água chegará ao nível do aquário Antártico, ou seja, a água dos "oceanos" ficará em equilíbrio. Assim, após deixar os dois recipientes no mesmo nível o professor deve mergulhar um pote de sorvete no aquário Ártico (preenchendo com água pouco mais da metade do pote). A mesma quantidade retirada deste pote deve ser preenchida com água da torneira para o segundo pote. Ambos devem ser levados para o congelador.

Procedimento

  • Início da simulação com os alunos:O professor deve retirar os blocos de gelo dos dois recipientes (potes de sorvete), colocando um bloco flutuando no aquário Ártico e o outro bloco de gelo sobre o saco de areia no aquário Antártico, tomando o cuidade de evitar que este escorregue de cima do saco de areia (Figura 1). Em seguida, o professor deve marcar com a caneta retro projetora os níveis dos dois aquários (que devem ser iguais ou muito próximos) e explicar a simulação aos alunos (Figura 2), atentando para o fato de que a geleira situada no Ártico está sobre a água e que a geleira situada na Antártida está sobre o continente. Assim, o professor pode deixar os blocos de gelo derreterem e no dia seguinte analisar a diferente elevação dos níveis com os alunos ou então utilizar um secador de cabelo para acelerar o processo de derretimento (Figura 3)
    Clique para ampliar
    Figura 1 - Figura 1. Ártico e Antártida (nivelados após ser acrescentado os blocos de gelo)
    Clique para ampliar
    Figura 2 - Figura 2. Marcação do nivelamento com caneta
    Clique para ampliar
    Figura 3 - ´Figura 3. Nível final dos aquários após o derretimento dos blocos de gelo.
    .

Situação-Problema

Será que o derretimento das geleiras dos dois hemisférios tem a mesma influência na elevação do nível dos oceanos?

Hipóteses

A água advinda do derretimento da Antártida terá maior influência na elevação do nível dos oceanos, pois a geleira está sobre o continente, ou seja, atualmente sua massa não está alterando o nível dos oceanos.

Elementos Para Testar as Hipóteses

Simulação.

Ações dos Alunos

Observação; indagações e discussão.

Resultados

Ao final da simulação os alunos perceberão que a geleira do Ártico está flutuando sobre a água e que essa massa de gelo já eleva o nível d´água naquela região, ou seja, o derretimento desta geleira não terá influência significativa na elevação do nível dos oceanos. Em contrapartida, o derretimento da geleira da Antártida contribuirá muito para a elevação do nível dos oceanos, mesmo que essa mássa d´água adicional seja espalhada pelo oceano (Figura 4). No entanto, cabe ao professor explicar aos alunos que além do derretimento das geleiras tem-se também o degelo de muitas montanhas que acabam por desaguar em um rio e posteriormente no mar, o que também influencia no aumento do nível dos oceanos.
Clique para ampliar
Figura 4 - Figura 4. Final da Simulação.

Dados adicionais

Autores:  
André Stopa rankin
Duração:  
De 2 a 3 aulas (a critério do professor)
Nível:  
Ensino Fundamental II
Termos Científicos:  
Iceberg; Degelo; Efewito Estufa.
Área:  
geociências
Tema:  
oceanografia
Tópico:  
oceanografia geológica
Enfoques:  
Uso de material
Material Didático:  
Apresentações
Atividade Experimental:  
Simulação
Modelagem:  
Simulações,Debates
Estudo do Meio:  
Fenômenos naturais,Fenômenos sociais
Internet:  
Simulações

Lixo



L I X O 





AFINAL DO QUE É FORMADO O LIXO?
IMPORTÂNCIA DA RECICLAGEM
ORGÂNICOS
BIODEGRADÁVEIS:
·         PAPEL, PAPELÃO, RESTOS ALIMENTARES TECIDOS ETC...

NÃO-BIODEGRADÁVEIS:
·         BORRACHA, PLÁSTICO E ISOPOR

 INORGÂNICOS
·         METAL, VIDRO, AREIA, TERRA,  PEDRAS



O DESTINO DO LIXO                                                               O QUE PODE SER RECICLADO?
1 - LIXÕES                                                                                 
2 - ATERROS SANITÁRIOS 
3 - INCINERAÇÃO                                                                
4 - COMPOSTAGEM    
5 - RECICLAGEM
                                                         
·         É A REUTILIZAÇÃO DE ALGUNS MATERIAIS
·         EVITA QUE NOVA MATÉRIA PRIMA SEJA UTILIZADA
·         EVITA A FORMAÇÃO DE LIXÕES
·         AUMENTA O TEMPO ÚTIL DOS ATERROS SANITÁRIOS
·         PROMOVE RENDA AOS CATADORES
·         A NATUREZA  AGRADECE



O QUE PODE SER RECICLADO?

·         LATAS
·         PLÁSTICO
·         PAPEL E PAPELÃO
·         VIDROS                                                               




TODOS TÊM DIREITO AO AMBIENTE  ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADO, BEM DE USO COMUM DO POVO E ESSENCIAL À SADIA QUALIDADE DE  VIDA,IMPONDO-SE AO PODER PÚBLICO E  À COLETIVIDADE O DEVER DE DEFENDÊ-LO E PRESERVÁ-LO PARA AS PRESENTES E  FUTURAS GERAÇÕES”.


A DEFINIÇÃO DE LIXO

PALAVRA LIXO DERIVA DO TERMO LATIM “LIX” QUE SIGNIFICA CINZAS E QUER DIZER COISA  IMPRESTÁVEL QUE SE JOGA FORA.

O LIXO É FORMADO POR TUDO AQUILO QUE CONSIDERAMOS INÚTIL, VELHO, SUJO OU INDESEJÁVEL, OU SEJA, AQUELE MATERIAL QUE POR RAZÕES DIVERSAS ACABA SENDO JOGADO FORA OU DESCARTADO.

VOCÊ SABIA QUE QUANTO MAIS PRÓSPERA E RICA UMA SOCIEDADE, MAIS LIXO ELA PRODUZ?
ISSO ACONTECE PORQUE A PROSPERIDADE ESTIMULA O CONSUMO DE BENS EM GERAL.

AFINAL DO QUE É FORMADO O LIXO?
IMPORTÂNCIA DA RECICLAGEM
ORGÂNICOS
BIODEGRADÁVEIS:
·         PAPEL, PAPELÃO, RESTOS ALIMENTARES TECIDOS ETC...

NÃO-BIODEGRADÁVEIS:
·         BORRACHA, PLÁSTICO E ISOPOR

 INORGÂNICOS
·         METAL, VIDRO, AREIA, TERRA,  PEDRAS



O DESTINO DO LIXO                                                               O QUE PODE SER RECICLADO?
1 - LIXÕES                                                                                 
2 - ATERROS SANITÁRIOS 
3 - INCINERAÇÃO                                                                
4 - COMPOSTAGEM    
5 - RECICLAGEM
                                                         
·         É A REUTILIZAÇÃO DE ALGUNS MATERIAIS
·         EVITA QUE NOVA MATÉRIA PRIMA SEJA UTILIZADA
·         EVITA A FORMAÇÃO DE LIXÕES
·         AUMENTA O TEMPO ÚTIL DOS ATERROS SANITÁRIOS
·         PROMOVE RENDA AOS CATADORES
·         A NATUREZA  AGRADECE



O QUE PODE SER RECICLADO?

·         LATAS
·         PLÁSTICO
·         PAPEL E PAPELÃO
·         VIDROS                                                               

Seres Vivos